


Acordamos pra variar tarde, um puta sol e só consegui sair da cama ao meio dia, nem de ressaca estava. O tempo fechou. Fomos tomar café da manhã na padaria Orquidea e na sequência rumamos para a praia mais praia de todas. Chegando lá Aloha total! A galera local toda reunida a praia praticamente vazia. Podia falar que faltou o sol, mas depois de tanta positividade ele deu os ares no final da tarde. Na verdade o que faltou mesmo foram as ondas. Mas poucos alí se importaram com elas naquele momento.
Uma puta peixada rolando, um rango irado. Todos alí envolvidos. “Tá rolando”, dizia um. E tava mesmo! Uma energia que só aquele lugar pode proporcionar. Um preparando o peixe, outro o tempero, outro o arroz, o outro a caipirinha e o outro o digestivo. E o som lógico, tava rolando . É ....tava rolando mesmo que elas não estivessem quebrando.
Cenas mágicas, o Hawaii é logo alí. Uma coletividade das mais autênticas. Passa um conhecido e todos logo convidam “Ow Brow, cola aqui pra comer um peixe!”. Uns chegavam, outros nem precisavam ser convidados, tá rolando.
Pra qualquer um, domingão típico de futebol na tela. Mas é logico que ele não faltou por lá. Wilsinho logo tratou de descolar o aparelho televisivo e satisfazer a necessidade masculina. Mas a torcida alí era do contra e logo o reggae apareceu pra sintonizar. Durante o intervalo do primeiro pra o segundo uma bola pra discontrair. E o violão continuava a espalhar as boas vibrações e equalizar o ambiente. As letras cantadas, desconhecidas até então por mim, eram o retrato daquele paisagem que alí repousa. Paz, ondas, horizontes azuis, energia pura. Um final de tarde cinematografico e o adeus teve que se achegar e deixar uma saudade daquele momento eternizado em fotografias.
Uma puta peixada rolando, um rango irado. Todos alí envolvidos. “Tá rolando”, dizia um. E tava mesmo! Uma energia que só aquele lugar pode proporcionar. Um preparando o peixe, outro o tempero, outro o arroz, o outro a caipirinha e o outro o digestivo. E o som lógico, tava rolando . É ....tava rolando mesmo que elas não estivessem quebrando.
Cenas mágicas, o Hawaii é logo alí. Uma coletividade das mais autênticas. Passa um conhecido e todos logo convidam “Ow Brow, cola aqui pra comer um peixe!”. Uns chegavam, outros nem precisavam ser convidados, tá rolando.
Pra qualquer um, domingão típico de futebol na tela. Mas é logico que ele não faltou por lá. Wilsinho logo tratou de descolar o aparelho televisivo e satisfazer a necessidade masculina. Mas a torcida alí era do contra e logo o reggae apareceu pra sintonizar. Durante o intervalo do primeiro pra o segundo uma bola pra discontrair. E o violão continuava a espalhar as boas vibrações e equalizar o ambiente. As letras cantadas, desconhecidas até então por mim, eram o retrato daquele paisagem que alí repousa. Paz, ondas, horizontes azuis, energia pura. Um final de tarde cinematografico e o adeus teve que se achegar e deixar uma saudade daquele momento eternizado em fotografias.
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