Te vi
Saudando o sol
Suave canto
Me faz tão bem
Bom
Te
Ver
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Ando nas ruas do centro
Estou lembrando tempos
Enquanto lhe vejo caminhar
Aguando a calçada
Um barbeia um velho
Deita a noite e diz poesia (serenata)
Vinho enquanto ouve choro costurar
Passei em casa, seu Zé não estava
Memórias Senhor Brás Cubas Postumavam
Enquanto vi passar Helena pra casa de chá
Devagar, bonde na praça
Ainda borda delicadeza
Torna a gente
Banca de flores
Libertando sorrisos no ar
Carta (ano de 1890)
Vanessa Da Mata
Estou lembrando tempos
Enquanto lhe vejo caminhar
Aguando a calçada
Um barbeia um velho
Deita a noite e diz poesia (serenata)
Vinho enquanto ouve choro costurar
Passei em casa, seu Zé não estava
Memórias Senhor Brás Cubas Postumavam
Enquanto vi passar Helena pra casa de chá
Devagar, bonde na praça
Ainda borda delicadeza
Torna a gente
Banca de flores
Libertando sorrisos no ar
Carta (ano de 1890)
Vanessa Da Mata
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Passagem
Na virada da maré
Na mudança dos ventos
As lembranças dormem
O sabor do mar e dos ventos
Alimentam
Tempo de espera
Lua cheia
Pensamentos vagos
Na mudez dos sentimentos
Dorme luz
Acorda vida
Na mudança dos ventos
As lembranças dormem
O sabor do mar e dos ventos
Alimentam
Tempo de espera
Lua cheia
Pensamentos vagos
Na mudez dos sentimentos
Dorme luz
Acorda vida
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Da Minha Aldeia
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe
de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos
nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.
Alberto Caeiro
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe
de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos
nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.
Alberto Caeiro
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Remar
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Sem saber
Azul
Azulzinho
A brisa leve acarinhava os cabelos
Encontrei com a paz
Morei no azul
Ouvi seu canto
Encanto
Sonhei acordada
Dormi pedindo maiss
Azulzinho
A brisa leve acarinhava os cabelos
Encontrei com a paz
Morei no azul
Ouvi seu canto
Encanto
Sonhei acordada
Dormi pedindo maiss
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Das maravilhas do mar fez-se esplendor de uma noite
Deixa-me encantar
Com tudo teu e revelar
O que vai acontecer
Nesta noite de esplendor
O mar subiu na linha do horizonte
Desaguando como fonte
Ao vento a ilusão teceu
O mar
Por onde andei mareou
Rolou na dança das ondas
No verso do cantador
Dança quem tá na roda
Roda de brincar
Prosa na boca do vento
E vem marear
Eis o cortejo irreal
Com as maravilhas do mar
Fazendo o meu carnaval
É a brisa a brincar
A luz raiou pra clarear a poesia
Num sentimento que desperta na folia
Amor amor
Amor sorria ô ô ô
Um novo dia despertou
E lá vou eu
Pela imensidão do mar
Essa onda que borda a avenida de espuma
Me arrasta a sambar
David Corrêa e Jorge Macedo
Com tudo teu e revelar
O que vai acontecer
Nesta noite de esplendor
O mar subiu na linha do horizonte
Desaguando como fonte
Ao vento a ilusão teceu
O mar
Por onde andei mareou
Rolou na dança das ondas
No verso do cantador
Dança quem tá na roda
Roda de brincar
Prosa na boca do vento
E vem marear
Eis o cortejo irreal
Com as maravilhas do mar
Fazendo o meu carnaval
É a brisa a brincar
A luz raiou pra clarear a poesia
Num sentimento que desperta na folia
Amor amor
Amor sorria ô ô ô
Um novo dia despertou
E lá vou eu
Pela imensidão do mar
Essa onda que borda a avenida de espuma
Me arrasta a sambar
David Corrêa e Jorge Macedo
Para ti
Uma passagem por Paraty....
Alguém já me dizia que alí tudo é de paz. E a inspiração é natural, basta andar pelas ruas e conhecer sua gente. Ouvir sua música......
Esse poema ouvi no ultimo disco de Maria Bethania "Mar de Sophia", uma lindeza que não consigo parar de ouvir...doses homeopáticas pela manhã....pra aguentar essa vida na floresta de prédios....
Em Hydra, evocando Fernando Pessoa
“O teu destino deveria ter
Passado neste porto
Onde tudo se torna
Impessoal e livre
Onde tudo é divino como
Convém ao real”
Sophia de Mello Brandão
Alguém já me dizia que alí tudo é de paz. E a inspiração é natural, basta andar pelas ruas e conhecer sua gente. Ouvir sua música......
Esse poema ouvi no ultimo disco de Maria Bethania "Mar de Sophia", uma lindeza que não consigo parar de ouvir...doses homeopáticas pela manhã....pra aguentar essa vida na floresta de prédios....
Em Hydra, evocando Fernando Pessoa
“O teu destino deveria ter
Passado neste porto
Onde tudo se torna
Impessoal e livre
Onde tudo é divino como
Convém ao real”
Sophia de Mello Brandão
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
O mar de amar
terça-feira, 14 de agosto de 2007
O Último Pôr-do-sol
A onda ainda quebra na praia,
espumas se misturam com o vento.
No dia em ocê foi embora,
eu fiquei sentindo saudades do que não foi
lembrando até do que não vivi pensando nós dois
Eu lembro a concha em seu ouvido,
trazendo o barulho do mar na areia.
No dia em ocê foi embora,
eu fiquei sozinho olhando o sol morrer
por entre as ruínas de Santa Cruz lembrando nós dois
Os edifícios abandonados,
as estradas sem ninguém,
óleo queimado, as vigas na areia,
a lua nascendo por entre os fios do teus cabelos,
por entre os dedos da minha mão passaram certezas e dúvidas
Pois no dia em que ocê foi embora,
eu fiquei sozinho no mundo, sem ter ninguém,
o ultimo homem no dia em que o sol morreu
Lenine
espumas se misturam com o vento.
No dia em ocê foi embora,
eu fiquei sentindo saudades do que não foi
lembrando até do que não vivi pensando nós dois
Eu lembro a concha em seu ouvido,
trazendo o barulho do mar na areia.
No dia em ocê foi embora,
eu fiquei sozinho olhando o sol morrer
por entre as ruínas de Santa Cruz lembrando nós dois
Os edifícios abandonados,
as estradas sem ninguém,
óleo queimado, as vigas na areia,
a lua nascendo por entre os fios do teus cabelos,
por entre os dedos da minha mão passaram certezas e dúvidas
Pois no dia em que ocê foi embora,
eu fiquei sozinho no mundo, sem ter ninguém,
o ultimo homem no dia em que o sol morreu
Lenine









